Domingo, 4 de Outubro de 2009
Seminário: 2-10-2009

Actividade da cadeira de Seminário de 2-10-2009

 

ACTIVIDADE:

 

Sugestão de links e recursos importantes já encontrados.

O que já se fez de relevante na minha área de investigação? (3 exemplos justificados)

Quais os resultados mais importantes da investigação produzida?


Sugestão de links e recursos importantes já encontrados:

Know-how e Rede de Videoconferência da FCCN

A FCCN (Fundação para a Computação Científca Nacional) tem vindo a prestar junto da comunidade académica portuguesa um conjunto de serviços de banda larga no âmbito do áudio e do vídeo através da implementação de sistemas difusão de vídeo.

Internet 2 Commons
Esta organização promove cursos de formação internacionais na área das tecnologias de videoconferência, disponibiliza a utilização de equipamentos de videoconferência (Figura 4), recursos técnicos e um largo apoio de consultadoria na área das tecnologias de videoconferência.

Vide
Em torno desta organização, desenvolve-se uma comunidade de especialistas e utilizadores na área da videoconferência, streaming de vídeo, acesso a recursos de vídeo, desenvolvimento de boas práticas e disponibilização de vários recursos na área da videoconferência.

Internet2's Arts and Humanities Initiatives & TERENA
Esta organização apoia os membros da Internet2 na criação e desenvolvimento de sinergias entre tecnologias de rede de alta performance e aplicações na área das artes e humanidades.

Research Channel Internet2 Working Group
A experiência em redes avançadas de comunicação é a base dos membros deste grupo.

H.323 Forum
Esta organização abrange todos os interessados na investigação da tecnologia H.323. Trata-se da tecnologia que suporta a maioria dos sistemas de videoconferência dedicados.

 


O que já se fez de relevante na minha área de investigação? (3 exemplos justificados)

Quais os resultados mais importantes da investigação produzida?

3 Exemplos:

New learning modes in the production of presence – distance education techniques for education
SPONBERG H., KNDSEN C. J.S., and HANDBERG L. (2001). New learning modes in the production of presence – distance education techniques for education, ICDE Proceedings, 20th World Conference on Open Learning and Distance Education, Dusseldorf, Germany, 2001, ISBN 3-934093-01-9

Este artigo demonstra que é possível atingir um alto nível de sensação de presença à distância usando ferramentas de hardware e software pouco complexas e relativamente baratas. No entanto, neste artigo verifica-se que não é suficiente ter as ferramentas e que é necessário também saber utilizá-las. Percebe-se na análise efectuada a este artigo que para  ter sucesso na transmissão da mensagem ou na manutenção do processo de comunicação que produza uma sensação de presença, é necessário entender que capacidades são necessárias. Para tal foi analisado o curso “Networking Multimedia” organizado pelo Gjovik College, na Noruega.

A investigação foi baseada na análise e avaliação de um grande número de gravações vídeo de exames realizados e em questionários realizados entre estudantes. Os exames realizados variavam entre jogos, lições interactivas, performances musicais interactivas que se combinavam com videoconferências e múltiplos controlos remotos de PC’s.

 


Comparison of student reactions in traditional and videoconferencing courses in training and development

FURST-BOWE, J. A., (1997). Comparison of student reactions in traditional and videoconferencing courses in training and development. International Journal of Instructional Media, 24, (3), 197-206

 

Neste artigo é analisado um estudo para avaliar as reacções de alunos de pós graduação a um curso efectuado por videoconferência em oposição a um curso oferecido da forma tradicional. Este curso foi ministrado em duas partes. Uma parte a 28 estudantes num local convencional do campus e outra parte com 12 estudantes em quatro cidades diferentes através de videoconferência. Cada parte obedecia ao mesmo estilo de ensino, à mesma avaliação e aos mesmos projectos. Os estudantes preencheram formulários de avaliação que cobriam cinco áreas principais: a preparação do formador, os métodos de apresentação, a utilização de tempo em aula, a comunicação formador-estudante e os métodos de avaliação.

A informação obtida mostrou que os estudantes que frequentaram o curso via videoconferência ficaram tão satisfeitos como os estudantes que tiveram o formador presencialmente e ficaram muito satisfeitos com esta nova possibilidade de frequentar um curso. Os resultados indicaram que um aspecto muito importante para o sucesso do ensino à distância via videoconferência é que o formador deve estar bem treinado nesta tecnologia, deve demonstrar capacidades de apresentação, deve criar oportunidades para a interacção, deve conceber materiais de apoio pedagógico apropriados e usar os vários media de uma forma eficaz. Consequentemente, verificou-se que pode haver a necessidade de dedicar mais tempo na preparação das aulas que são dadas por videoconferência.

 

The Quality of Teaching and Learning via videoconferencing

KNIPE, D., LEE, M., (2002). The quality of teaching and learning via videoconferencing. British Journal of Educational Technology, 33, (3), 301-312

 

Este artigo debruça-se sobre a preocupação que existe na qualidade do ensino e da aprendizagem usando a videoconferência. Qualidade essa que pode ser mais baixa no ensino e aprendizagem realizados na sala de aula tradicional. O estudo de 10 semanas que é analisado neste artigo investigou as actividades na sala de aula e os resultados cognitivos entre um grupo de 66 estudantes de Mestrado (45 eram estudantes locais e 21 eram estudantes remotos). Verificou-se que os estudantes locais receberam mais informação e esclarecimentos nas aulas, mais material de apoio pedagógico, efectuaram mais trabalhos de grupo e apresentações do que os estudantes remotos.

Os estudantes locais também relataram um alto nível de aprendizagem em 10 das 15 categorias cognitivas. Neste artigo desenvolve-se uma discussão sobre possíveis razões sobre estas diferenças, incluindo a importância do acesso físico ao formador e os sentimentos de isolamento que emanam da falta do contacto do olhar com o formador. Entre várias conclusões, afirma-se neste artigo que a qualidade do ensino e da aprendizagem não é a mesma num curso efectuado via videoconferência. No entanto, conclui-se também que o meio por si mesmo não é inteiramente responsável por essa baixa qualidade: a inexperiência, a má preparação, a falta de planeamento e um mau treino por parte do fornecedor do curso podem ter influência.

 




.Tema
As Tecnologias de Videoconferência no Ensino Superior Público Português: Boas Práticas e Tendências
.Âmbito
Dissertação de Mestrado do Curso de Comunicação Multimédia, ramo Audiovisual Digital da Universidade de Aveiro
.Autor
Samuel Martins | Cria o teu cartão de visita

Samuel Martins - 45012
qrcode
.Ano Lectivo
2009/2010
.Orientadora
Lídia Oliveira
.Mind Map
"Videoconferência"
.Links úteis
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